Foi a resposta a um convite e a um desejo que a Irmã Humberto me tinha apresentado o ano passado, depois do retiro anual do Ramalhão. Até ontem não tínhamos conseguido coincidir nas datas e nas agendas. Finalmente conseguimos e foi com muito prazer que estive com o grupo, ontem à noite, a conversar um pouco sobre São Domingos, a Ordem dos Pregadores, algumas realidades da sua história e de alguns desafios que se nos colocam face àquilo que São Domingos viveu e quis que os seus filhos vivessem.
Cabe-me assim, e como ontem dizia ao grupo, agradecer a oportunidade de ter estado com eles, e de uma vez mais poder exercer a minha missão de pregador. Sobretudo numa noite de temporal e tão pouco agradável para saídas nocturnas como foi a de ontem.
Quero também desde aqui agradecer o acolhimento afectuoso das irmãs que compõem a comunidade. Depois de um dia duro de trabalho no colégio e do cansaço inerente a esse trabalho, a alegria estava-lhes espelhada no rosto, a alegria como a de Domingos.
E ao fazer este agradecimento quero reparar uma falta que cometi quando no domingo passado respondi a algumas perguntas que me tinham sido colocadas. Nesse texto em que agradecia aos frequentadores e amigos do blogue, no que diz respeito às Irmãs de Santa Catarina limitei o meu agradecimento às irmãs do Ramalhão, esquecendo assim outras irmãs e comunidades. A irmã Graça Maria, prioresa de Coimbra, recordou-me assim que cheguei à Atenas lusitana que também ali seguem as minhas aventuras no mundo da comunicação cibernética.
De modo muito particular quero desculpar-me perante a irmã Humberto, que me esqueci de mencionar e que, ainda que não frequente os ciberespaços, segue fielmente o blogue. A prova disso é os dossiers com todos os textos e imagens que tem arquivado e que os amigos lhe vão retirando e imprimindo, para que possa ter acesso. Se algum dia perder o material publicado irei ter consigo irmã Humberto para o encontrar.
A todos, os que sei e os que não sei, certamente a alguns que deveria ter mencionado e não mencionei por distracção, desde aqui o meu agradecimento e expressão de alegria por saber que o trabalho não é em vão.
Que o Senhor continue a ajudar-nos a servir a sua Palavra de Salvação.



