quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Quem fica satisfeito?

 
Quem, procurando verdadeiramente a oração, pode alcançar um sentimento de suficiência ou de satisfação?
Fabrice Hadjadj

Ilustração: Amor Perfeito Amarelo do Jardim da Mairie de Vernier.

1 comentário:

  1. Caro Frei José Carlos,


    Confessa o salmista e muitos de nós “Desde a aurora procuro-Te, Senhor!/Tu és o meu Deus!//Até ao pôr do sol eu chamo por Ti, A minha alma tem sede de Ti, como terra deserta, porque és o meu Deus, o meu único Senhor!// …No meu leito recordo-Te, penso em Ti nas vigílias nocturnas, pois Tu foste meu auxílio; exulto de alegria à sombra de Tuas asas” … (excertos do Salmo 63). Vivemos em constante peregrinação e a oração é também uma viagem, a busca de um encontro que, por vezes, não corresponde ao que desejávamos, à melodia do invisível, ou à paz interior a que a oração nos conduz. O importante é acreditarmo-nos amados como irmãos de Jesus, sabermo-nos procurados e ter vontade para continuar a caminhada, ainda que por vezes, com esforço e sacrifício, mas com alegria e ser consequentes com os Ensinamentos de Jesus.
    Reconhecemo-nos eternos devedores de Deus e procuramos responder-Lhe de várias formas, assumindo as nossas fragilidades, acreditando que o amor e a misericórdia de Deus não têm medida.
    Grata, Frei José Carlos, pelas palavras partilhadas que nos incentivam à reflexão e que nos conduzem a fazer um tempo de pausa desejado.
    Que o Senhor o abençoe e o proteja. Continuação de boa semana. Bom descanso.
    Um abraço mui fraterno e amigo,
    Maria José Silva

    P.S. Obrigada, Frei José Carlos, pelo conteúdo do blog, nas suas formas diversas e pelas ilustrações. Permita-me que partilhe um excerto de “O Fermento de Deus”, (In, “Um Deus que Dança”, Itinerários para a oração, José Tolentino Mendonça).
    ……..

    “E em qualquer canto da terra,/Quem reparte a vida e a beleza/Será chamado o fermento de Deus”.

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