segunda-feira, 13 de maio de 2013

As nossas obras face a Deus

 
Diante do Criador as nossas obras parecem pequenas, mas quando elas lhe serviram de espelho para reflectir a sua luz, que coisas humanas nos serão mais queridas?
Carta da irmã Maria Inês do Sarmento a Paul Claudel

Ilustração: Flor de jasmim em casa dos meus pais.

4 comentários:

  1. Frei José Carlos,

    Ao ler este "Pensamento do dia"belo e profundo e pela beleza da ilustração com o lindo Jasmim,do jardim da casa dos seus pais, fiquei maravilhada,gostei muito Frei José Carlos.Obrigada,pelas palavras partilhdas.Que o Senhor o ilumine o proteja e o abençõe.Desejo-lhe uma boa semana e uma boa noite.
    Um abraço fraterno.
    AD

    ResponderEliminar
  2. Frei José Carlos,

    Grata pelas palavras partilhadas e pela bela ilustração. Que o Pensamento do dia nos inspire a pedir ao Senhor que nos ajude a receber cada dia como um dom, com alegria, confiança e serenidade. Que o Senhor ilumine, guarde e abençoe o Frei José Carlos.
    Votos de uma boa semana. Bom descanso.
    Um abraço fraterno,
    Maria José Silva

    ResponderEliminar
  3. Como as flores do jasmim louvam o Senhor na sua elevação para o céu, Frei José Carlos, e como nos convidam a acompanhá-las no seu louvor.
    Um abraço,
    GVA

    ResponderEliminar
  4. Frei José Carlos,

    Quando revisitava com mais atenção os textos das últimas mensagens da Pastoral da Cultura, deparei-me com um excerto do Diário de Etty Hillesum que gostava de partilhar com o Frei José Carlos e com todos os seguidores do blogue, pela profundidade e beleza, e que passo a transcrever … «O jasmim nas traseiras da minha casa encontra-se agora completamente destruído pelas chuvadas e temporais dos últimos dias. As suas florzinhas brancas boiam dispersas nas lamacentas poças negras do telhado raso da garagem. Mas, algures em mim, esse jasmim continua a florir sem impedimentos, tão exuberante e delicado como sempre floriu. E espalha odores pela casa onde habitas, meu Deus. Como vês, trato bem de ti. Não te trago somente as minhas lágrimas e pressentimentos temerosos, até te trago, nesta tempestuosa e parda manhã de domingo, jasmim perfumado. E hei de trazer-te todas as flores que encontre pelo caminho, meu Deus, e a sério que são muitas. Hás de ficar sinceramente tão bem instalado em minha casa quanto é possível. E já agora, para te dar um exemplo ao acaso: se eu estivesse encerrada numa cela acanhada e uma nuvem passasse ao longo da minha janela gradeada, então eu iria trazer-te essa nuvem, meu Deus, se pelo menos ainda tivesse forças para isso.»
    Carlos Maria Antunes
    In, Só o pobre se faz pão, ed. Paulinas

    ResponderEliminar